Os riscos ergonômicos e o eSocial

Os riscos ergonômicos e o eSocial

Desde janeiro de 2019, empresas passaram a enviar ao eSocial as informações sobre os riscos físicos, químicos, biológicos, mecânicos/acidentes e psicossociais, bem como os fatores de riscos ergonômicos presentes em seus ambientes.

Por isso, é essencial que você busque informações para compreender melhor essas novas exigências.

 

O que é ergonomia?

Ergonomia é a ciência que estuda as condições de trabalho. A palavra deriva do grego “ergon”, que significa “leis e normas”. Dessa forma, essa área do conhecimento acaba estabelecendo diretrizes para que os seus colaboradores trabalhem de forma mais segura e eficiente possível.

Ela integra diferentes áreas do conhecimento, como a engenharia e a psicologia, para entender a relação dos trabalhadores com o seu ambiente de trabalho. Além disso, ao alinhar esse conceito ao de produtividade, você consegue melhores resultados e, ao mesmo tempo, garantir bem-estar e qualidade de vida para os seus colaboradores.

No preenchimento da plataforma, é importante prestar atenção aos detalhes. Entre os riscos ergonômicos, podemos citar, por exemplo, situações de estresse, execução de movimentos repetitivos frequentes e a necessidade de manter ritmos intensos durante o expediente.

Mas, antes de começar a utilizar a plataforma, é necessário saber quais fatores são importantes e quais os impactos gerados. São eles:

 

Investir em treinamento – Para que a empresa se mantenha dentro da legislação, uma série de requisitos deve ser seguida para que as obrigações relacionadas à segurança e saúde do colaborador possam ser cumpridas.

 

Facilitar a regulamentação

As informações de regulamentação e fiscalização passam a ficar concentradas em uma única plataforma — e essa é um dos benefícios do eSocial. Com isso, há uma facilidade maior na concentração de encargos a serem pagos.

Acompanhar a saúde e a segurança do trabalhador

 

O eSocial ajuda no monitoramento da saúde e na segurança do trabalhador. O ambiente de trabalho passa a ser fiscalizado com mais precisão, o que traz benefícios ao bem-estar dos colaboradores.

Caso a sua empresa não ofereça bons aspectos ergonômicos, isso será cobrado no eSocial. Ou seja, mudanças serão necessárias para que o seu negócio esteja dentro da lei.

 

Qual a relação entre ergonomia e eSocial?

Os parâmetros ergonômicos para as empresas brasileiras estão estabelecidos pela Norma Regulamentadora nº 17 (NR 17). Nela, são descritos critérios para que os trabalhadores da sua empresa desempenhem suas funções com maior conforto e segurança.

Para responder a esses itens do eSocial, é necessário realizar uma Análise Ergonômica do Trabalho (AET). Ela vai avaliar os riscos ergonômicos dos trabalhadores da sua empresa. Entenda, a seguir, o que é essa análise.

 

Análise ergonômica do trabalho – a melhor forma de planejar sua ergonomia

A AET é que ela permite o preenchimento correto de dados do eSocial. Para evitar multas, os riscos devem ser apresentados na tabela específica, de maneira clara e completa. Ignorar a realidade, ou deixar algo passar, pode acarretar multas e outras punições à empresa.

O eSocial é um avanço na questão ergonômica, mesmo que alguns se preocupem em resolver os riscos apenas para evitar multas é fato comprovado que a ergonomia faz bem para a empresa e quem constrói seu futuro. Adequar sua empresa e controlá-la constantemente, proporcionará mais produtividade, irá melhorar a qualidade de vida dos colaboradores, ajudará a evitar doenças ocupacionais e a ocorrência de acidentes de trabalho.

 

Fonte: Revista Cipa

 

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